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domingo, 31 de julho de 2011

Passado a limpo

Eliane F.C.Lima (registrado no Escritório de Direitos Autorais)

Todo morto vira santo.
Nunca mais o dinheiro roubado,
a intriga contra o inimigo,
a vizinha mal falada:
discrição e gravidade.

Visite também meus blogues Conto-gotas (link) e Literatura em vida 2 (link).

2 comentários:

MIRZE disse...

Grande verdade, Eliane!

às vezes não deixo virar santo perto de mim, quem foi muito ruim e eu vi, protesto. Vivo mal = Morto mal.

Beijos

Mirze

ju rigoni disse...

Pois é! Há "vida" depois da morte...

Adorei o poema, amiga. Perfeito o título! Bjs. Inté!