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domingo, 18 de dezembro de 2011

Jardim

Eliane F.C.Lima (Registrado no Escritório de Direitos Autorais)

Jardineiro natural
desfolha, pétala a pétala,
as rosas, amarelidão,
almas, assim, perfumadas,
fim de seu ciclo botão.
Almas e cor, desdobradas,
amarelo roseiral,
do corpo verde de planta,
renego de ar de santa,
para o bem ou para o mal,
seus espinhos, seu punhal.

(Faça uma visita a meu blogue Conto-gotas (aqui) e Literatura em vida 2 (aqui).)

3 comentários:

ju rigoni disse...

Toda beleza é ataque e defesa... E o poema é lindo...

Querida Eliane, ainda estou aqui atoladíssima. E já me preparando para receber os familiares que vêm para o Natal. Minha queridíssima amiga e mestra, aproveito para desejar-lhe muito Boas Festas e um 2012 com muita saúde, muito amor, e todos os seus planos, e do Gabriel, realizados.

Bjs, abraço apertado. Inté!

Tereza Maria disse...

Cara colega das Letras, que o punhal de espinhos nos sirva para luta maior de renovarmos nossos corações na compreensão da beleza que a vida nos mostra acima de todas as maldades. que seu Natal seja de luz e paz. E que suas poesias, tão bem elaboradas na temática e na formatação continuem a nos perfurmar com a perfeição das rosas. FELIZ NATAL E FELIZ 2012.
CARMEM TERESA ELIAS

Poemas Tecidos disse...

Sim, Eliane, sou Luciene. Para fixar que as postagens são minhas, assino com meu nome completo. Gostei demais de sua visita. Ao mesmo tempo que estou a responder, estou lendo um poema seu: "Pobre do mar? a esperar o rio./..." Há um poema meu que tem como título "O ser humano é um rio". caso queira ler, sem precisar comentar, fique à vontade.

Abraços.