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domingo, 16 de janeiro de 2011

Fim de caso

Eliane F.C.Lima

Eu andava cheirando o chão onde passavas,
como os cachorros.
Como mudou assim?
Junto as coisas que deixaste,
na fuga,
e faço xixi em cima.
(Registrado no Escritório de Direitos Autorais - RJ)


Convido o visitante deste blogue a ir a Conto-gotas (por aqui), onde há um novo conto meu e a Literatura em vida 2 (o caminho é esse).

Estou ainda em:
1.
Debates Culturais, onde passo, agora a publicar alguns artigos, bastando um clique, na lista "Colunistas", à direita, em Eliane Lima (link).
2
.
Recanto das Letras (aqui).
3. Portal Literal (aqui).
4. Alma de Poeta (aqui).

5 comentários:

ju rigoni disse...

Eu amei esse poema! Levou-me para muito além do que, à primeira leitura, me pareceu ser o tema.

Bjs, amiga. Inté!

Marise Ribeiro disse...

Adorei! Há rompimentos que merecem um bom xixi em cima rsrsrs
Beijos,
Marise

Mirze Souza disse...

Eliane!

Vim até aqui pelo blog da NYdia!
E lendo esse "FIM DE CASO" suspirei aliviada. Sempre em algum lugar existe a sensatez do poeta.

Parabéns!

Mirze

Mirze Souza disse...

Eliane!

Vim até aqui pelo blog da NYdia!
E lendo esse "FIM DE CASO" suspirei aliviada. Sempre em algum lugar existe a sensatez do poeta.

Parabéns!

Mirze

J. disse...

Muito bom!
Me lembrou um poema da Marina Colasanti que diz o seguinte:

Assim como cães sacodem do pêlo
água e pulgas
assim também certas mulheres
sacodem da pele
palavras de homem
para poderem pisar com passos
limpos.

Para poder, in Fino sangue.