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domingo, 9 de outubro de 2011

Orfandade

Eliane F.C.Lima (Registrado no Escritório de Direitos Autorais - RJ)

Urgência:
busco uma utopia.
Quem me empresta uma utopia?
Um colo de esperança,
um ninho de certeza,
aposta no futuro.
No céu, entre as nuvens,
não paira uma utopia.
No altar, não há uma utopia,
quero acender minha vela.
À noite, de joelhos,
faço uma prece vazia,
pois não há mais utopia.


Vá até meus blogues Literatura em vida 2 (link) e Conto-gotas (link).

5 comentários:

MIRZE disse...

LINDO, ANDREA!

Inventaram esta palavra que nos leva ao nada.
A utopia que criamos, conosco se esvai.

"À noite, de joelhos,
faço uma prece vazia,
pois não há mais utopia."

Que imagem linda, o poema traz.

Parabéns!

Beijos

Mirze

MIRZE disse...

Eliane F.C.Lima!

Preferi pedir desculpas aqui também; É imperdoável, mas creio que a semelhança dos layouts, e o fato da minha opção por nao postar fotos, fizeram que eu confundisse

Perdão querida. Sua poesia é única.

Beijos

Mirze,

Nicast disse...

Tbém busco... Belo poema!
Te sigo.

bjo

Tais Luso disse...

Oi, Eliana: corremos tanto atrás do nosso imaginário, mas tudo o que queremos não passa de utopia.

Até a paz é uma utopia. Aliás, pensando bem, as utopias é que são verdadeiras. Nunca acontecem!

Grande beijo, gostei de te ver...
Tais

Mara faturi disse...

Utopia existe quando vira (boa) poesia;))
Obrigadíssima pelo retorno ao "per", pelas palavras ( tenho de postar lá, ando displicente, postando só no curta)
Grande bjo*)